Hiperpersonalização deve ganhar espaço no delivery com avanço da IA em 2026

Tecnologia ajuda restaurantes a entender hábitos de consumo, personalizar ofertas e criar experiências mais relevantes; soluções da TOTVS Linx já oferecem a funcionalidade 

Por NATHALIA - TOTVS
4 Min

Hiperpersonalização deve ganhar espaço no delivery com avanço da IA em 2026
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Com o avanço da inteligência artificial, o food service começa a usar dados de consumo para influenciar decisões de compra e aumentar o valor dos pedidos no delivery, marcando uma mudança em um setor historicamente guiado por conveniência e velocidade. Com isso, ganham força as vendas sugestivas, com recomendações em tempo real que consideram histórico de pedidos, preferências do cliente e combinações mais recorrentes entre itens, incentivando a inclusão de novos produtos durante a compra.

O avanço da personalização no delivery responde a um comportamento já observado nas operações: consumidores tendem a repetir padrões de consumo e aumentam o valor do pedido quando recebem sugestões alinhadas ao seu histórico e preferências ou restrições alimentares. A inteligência artificial permite recomendações mais assertivas ao longo da jornada de compra. Na prática, esse movimento já está presente nas operações apoiadas pela TOTVS Linx: soluções como o Delivery App e o SuperApp utilizam dados do cliente e informações do pedido em tempo real para sugerir produtos complementares na compra.

“No delivery, o diferencial competitivo está em transformar dados em conveniência. A venda sugestiva é uma estratégia para elevar o ticket médio por meio da forma de reduzir a fadiga de escolha. Em um cenário de excesso de opções, entender os hábitos e preferências do consumidor permite oferecer experiências mais fluidas. Afinal, conhecer o gosto do cliente é, hoje, uma das formas mais eficientes de gerar valor para ambos os lados”, afirma Bruno Primati, diretor de Food Service da TOTVS Linx.

A inteligência artificial não deve substituir a criatividade, o relacionamento ou a experiência construída pelas marcas. Seu papel é ampliar a capacidade dos restaurantes de entender seus clientes e tomar decisões mais inteligentes a partir de dados. “Quanto maior o conhecimento sobre o comportamento do consumidor, maiores as oportunidades de criar experiências relevantes e gerar valor para ambos os lados”, complementa.

O movimento ocorre em um mercado de grande escala. Atualmente, mais de 10 mil clientes utilizam soluções da Linx para food service, segmento em que a companhia processa mais de 500 mil pedidos por dia. Além disso, 55 das 100 maiores redes do setor do país utilizam tecnologias da empresa. Nesse cenário, o volume de dados gerado diariamente cria oportunidades para que a inteligência artificial apoie decisões cada vez mais precisas.

A expectativa é que a inteligência artificial ganhe espaço também em toda a cadeia do food service, do backoffice à experiência do consumidor. No entanto, o desafio deixará de ser coletar dados e passará a ser utilizá-los de forma prática na tomada de decisão. Em um mercado cada vez mais competitivo, quem conseguir transformar informação em conveniência, influenciar escolhas e extrair mais valor de cada pedido terá na personalização um importante diferencial competitivo.


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Nathalia Encina
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