Tratamento a laser substitui hormônios contra atrofia vaginal.

Nova abordagem baseada em disparos térmicos fracionados regenera o tecido íntimo de pacientes no climatério que possuem contraindicação médica para reposição hormonal tradicional.

Por Bendita Letra
3 Min

Tratamento a laser substitui hormônios contra atrofia vaginal.
Dra. Alessandra Clarizia | Ginecologista e pós doutora, expert em ginecologia regenerativa - Sócia da Clarizia Saúde da Mulher. 
 

A transição para a menopausa traz transformações que vão muito além dos calorões repentinos. Uma das queixas mais comuns, e que quase ninguém tem coragem de confessar no almoço de domingo, é a atrofia vaginal. O ressecamento e a perda de elasticidade na região íntima pesam na rotina e na autoestima. Para as mulheres que estão nessa fase e não podem nem ouvir falar em reposição hormonal tradicional, como quem já enfrentou um câncer de mama ou tem contraindicações absolutas, o rejuvenescimento a laser surge como um caminho seguro e cheio de alívio.

O tratamento, disponível na Clínica Clarizia, funciona de forma simples: disparos térmicos fracionados aplicados diretamente na parede vaginal. Na prática, esse calorzinho suave nas camadas mais profundas estimula o próprio corpo a produzir colágeno e melhora a circulação de sangue no local. É uma espécie de despertar biológico que devolve a lubrificação e o conforto que pareciam ter ficado no passado.

"Muitas mulheres chegavam ao consultório conformadas com o desconforto, achando que a dor e a secura eram o preço obrigatório do envelhecimento, principalmente por não poderem tomar hormônios", conta  Dra Alessandra Clarizia ginecologista com experiência em ginecologia regenerativa e sócia da Clarizia Saúde da Mulher. De acordo com ela, a tecnologia devolve a funcionalidade da região sem nenhuma química, permitindo que a paciente recupere sua rotina e o prazer de se sentir bem.

Todo o processo é feito no próprio consultório, em três a quatro sessões de um jeito rápido e sem necessidade de parar suas atividades depois. Além de melhorar bastante a dor durante as relações sexuais, a reestruturação da mucosa melhora a sustentação da uretra e bexiga, o que ajuda bastante a evitar aqueles escapes de xixi tão incômodos. Como o método depende apenas da reação natural do organismo, as contraindicações são praticamente inexistentes.

"Nosso papel aqui é olhar para a saúde íntima sem tabus. O laser de CO2 fracionado resolve a vida de quem estava sem alternativas, provando que o fim do ciclo reprodutivo não tem que ser sinônimo de abrir mão da liberdade ou de sentir dor", defende a especialista. Com um olhar acolhedor e focado no histórico de cada paciente, a clínica mostra que dá, sim, para cruzar essa fase com leveza, segurança e muita dignidade.

 

Fonte: Dra. Alessandra Clarizia | Ginecologista e pós doutora, expert em ginecologia regenerativa - Sócia da Clarizia Saúde da Mulher. 



 

 


 

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MARIA JULIA HENRIQUES NASCIMENTO
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