Planejamento de estoque hospitalar antecipado evita rupturas e fortalece a assistência ao paciente durante as festas juninas
Ataduras, pomadas para queimaduras e soro fisiológico estão entre os insumos mais requisitados
Magnific
Com a chegada do período junino, as instituições de saúde precisam reforçar o planejamento de seus estoques para garantir o abastecimento adequado de medicamentos, materiais médico-hospitalares e demais insumos essenciais. Além do aumento da circulação de pessoas e das tradicionais celebrações em diversas regiões do país, especialmente no Nordeste, a época costuma provocar mudanças no perfil da demanda assistencial, exigindo atenção redobrada das equipes de suprimentos.
Segundo Michael Almeida, gerente comercial da Apoio, empresa que desenvolve soluções digitais pensando no planejamento, compras e logística na saúde, a antecipação das compras é o caminho para assegurar a continuidade dos atendimentos durante as festividades.
“Os festejos juninos geram o aumento na procura por atendimentos relacionados a queimaduras, traumas e outras ocorrências típicas dessa época. Por isso, é fundamental que hospitais realizem uma análise prévia do estoque, em especial do quantitativo de produtos como ataduras, curativos, pomadas de queimaduras, soro fisiológico, entre outros, e se preparem com antecedência para possíveis oscilações na demanda”, afirma.
Nesse contexto, a tecnologia tem assumido um papel cada vez mais estratégico na cadeia de suprimentos da saúde. Plataformas especializadas em compras hospitalares, por exemplo, permitem aos gestores acompanharem o comportamento do mercado em tempo real, comparar ofertas, além de terem acesso a informações que contribuem para um planejamento mais eficiente.
“A utilização de uma plataforma de compras proporciona mais previsibilidade para a gestão de compras. Isso ocorre porque, através do acesso a uma ampla rede de fornecedores e ao histórico de negociações, é possível antecipar aquisições, identificar oportunidades de economia e reduzir significativamente os riscos de ruptura de estoque em períodos críticos”, explica Almeida.
Além de apoiar os processos de compra, a tecnologia contribui para uma gestão mais eficiente dos estoques ao disponibilizar indicadores que auxiliam na tomada de decisão. Informações sobre sazonalidade de consumo, desempenho de fornecedores e comportamento de preços permitem que hospitais e clínicas construam estratégias mais assertivas para cada período do ano, evitando tanto a falta quanto o excesso de produtos armazenados.
“O estoque hospitalar não deve ser visto apenas como uma operação de abastecimento, mas como um componente fundamental da qualidade assistencial. Afinal, quando a instituição utiliza tecnologia e dados para planejar suas compras, ela ganha capacidade de resposta, reduz desperdícios e garante que os insumos necessários estejam disponíveis de forma imediata”, conclui Almeida.
Segundo Michael Almeida, gerente comercial da Apoio, empresa que desenvolve soluções digitais pensando no planejamento, compras e logística na saúde, a antecipação das compras é o caminho para assegurar a continuidade dos atendimentos durante as festividades.
“Os festejos juninos geram o aumento na procura por atendimentos relacionados a queimaduras, traumas e outras ocorrências típicas dessa época. Por isso, é fundamental que hospitais realizem uma análise prévia do estoque, em especial do quantitativo de produtos como ataduras, curativos, pomadas de queimaduras, soro fisiológico, entre outros, e se preparem com antecedência para possíveis oscilações na demanda”, afirma.
Nesse contexto, a tecnologia tem assumido um papel cada vez mais estratégico na cadeia de suprimentos da saúde. Plataformas especializadas em compras hospitalares, por exemplo, permitem aos gestores acompanharem o comportamento do mercado em tempo real, comparar ofertas, além de terem acesso a informações que contribuem para um planejamento mais eficiente.
“A utilização de uma plataforma de compras proporciona mais previsibilidade para a gestão de compras. Isso ocorre porque, através do acesso a uma ampla rede de fornecedores e ao histórico de negociações, é possível antecipar aquisições, identificar oportunidades de economia e reduzir significativamente os riscos de ruptura de estoque em períodos críticos”, explica Almeida.
Além de apoiar os processos de compra, a tecnologia contribui para uma gestão mais eficiente dos estoques ao disponibilizar indicadores que auxiliam na tomada de decisão. Informações sobre sazonalidade de consumo, desempenho de fornecedores e comportamento de preços permitem que hospitais e clínicas construam estratégias mais assertivas para cada período do ano, evitando tanto a falta quanto o excesso de produtos armazenados.
“O estoque hospitalar não deve ser visto apenas como uma operação de abastecimento, mas como um componente fundamental da qualidade assistencial. Afinal, quando a instituição utiliza tecnologia e dados para planejar suas compras, ela ganha capacidade de resposta, reduz desperdícios e garante que os insumos necessários estejam disponíveis de forma imediata”, conclui Almeida.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): JULIANA MARIA HENRIQUE REGIS
juliana.regis@mv.com.br