Do conceito ao hardware real: SUPERA Parque leva computação quântica ao setor produtivo
Workshop conduzido pela Dobslit apresentou aplicações práticas da tecnologia para empresas e startups
Divulgação Supera Parque
O SUPERA Parque realizou, no dia 9 de junho, o Workshop de Computação Quântica, na Arena de Eventos, em Ribeirão Preto. A atividade reuniu empresas e startups para discutir uma das tecnologias consideradas estratégicas para os próximos anos, com apresentação de fundamentos, aplicações de mercado e interação prática com hardware quântico real.
Conduzido pela Dobslit Serviços e Tecnologias Quânticas Ltda., startup vinculada ao SUPERA Parque, o encontro teve como proposta desmistificar a computação quântica e aproximar o tema dos desafios concretos do setor produtivo. Durante o workshop, os participantes foram convidados a refletir sobre problemas complexos que exigem novas abordagens computacionais.
A programação conectou conceitos técnicos a situações aplicáveis ao ambiente empresarial, com discussões sobre otimização de processos, análise de risco, logística, inteligência artificial, agronegócio, indústria e fintechs.
Para Maria Angélica Luqueze, pesquisadora em parcerias estratégicas do SUPERA Parque, o evento reforça o papel do Parque em antecipar discussões tecnológicas e preparar o ecossistema para novas oportunidades.
“A computação quântica deixou de ser um tema estritamente acadêmico e começa a gerar aplicações reais em setores como logística, finanças, indústria e inteligência artificial. O SUPERA Parque tem o papel de antecipar tendências e fomentar que seus parceiros estejam na vanguarda tecnológica”, afirma.
Um dos pontos de destaque da atividade foi a interação com um computador quântico real, baseado em Ressonância Magnética Nuclear, de 2 qubits. A experiência foi conduzida pela Dobslit, empresa pioneira no Brasil em Tecnologias Quânticas de Segunda Geração e detentora do primeiro computador quântico educacional trazido ao país.
A atividade contou com a participação de Rogério Ruivo, cofundador e diretor de Tecnologias da Dobslit, e Filipe Chagas, engenheiro de Computação, que conduziram a demonstração e apresentaram caminhos para a aplicação da tecnologia em diferentes setores.
O contato com o hardware permitiu que empresas e startups visualizassem a computação quântica de forma concreta. Ao longo do encontro, as discussões também favoreceram a identificação de possíveis casos de uso e a formação de conexões entre startups, empresas e parceiros do ecossistema de inovação.
“O grande diferencial da iniciativa foi justamente a possibilidade de contato prático com a tecnologia. Essa experiência torna a computação quântica tangível, acelera a compreensão do seu potencial e abre caminho para que empresas comecem a imaginar soluções proprietárias com base quântica”, destaca Maria Angélica Luqueze.
Na avaliação do SUPERA Parque, o workshop cumpriu o objetivo de ampliar a percepção dos participantes sobre a computação quântica. Frequentemente associada à ficção científica ou a um futuro distante, a tecnologia foi apresentada como uma oportunidade real para organizações interessadas em inovação, competitividade e solução de problemas complexos.
Com a realização da atividade, o SUPERA reforça sua atuação como ambiente de conexão entre conhecimento científico, empreendedorismo tecnológico e demandas reais de mercado.
Sobre o SUPERA Parque
O SUPERA Parque, fruto de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e a Universidade de São Paulo, possui ao todo 94 empresas instaladas, sendo 59 delas na SUPERA Incubadora de Empresas de Base Tecnológica e 35 empreendimentos distribuídos entre centros empresariais e loteamento. O Parque Tecnológico está em expansão com a urbanização de novos lotes para instalação de empresas e a construção do Health to Business Center, prédio fruto de parceria com a FINEP e que contará com laboratórios compartilhados, espaços corporativos e auditório. Outras informações sobre o Parque Tecnológico estão disponíveis no site: http://superaparque.com.br/.
Conduzido pela Dobslit Serviços e Tecnologias Quânticas Ltda., startup vinculada ao SUPERA Parque, o encontro teve como proposta desmistificar a computação quântica e aproximar o tema dos desafios concretos do setor produtivo. Durante o workshop, os participantes foram convidados a refletir sobre problemas complexos que exigem novas abordagens computacionais.
A programação conectou conceitos técnicos a situações aplicáveis ao ambiente empresarial, com discussões sobre otimização de processos, análise de risco, logística, inteligência artificial, agronegócio, indústria e fintechs.
Para Maria Angélica Luqueze, pesquisadora em parcerias estratégicas do SUPERA Parque, o evento reforça o papel do Parque em antecipar discussões tecnológicas e preparar o ecossistema para novas oportunidades.
“A computação quântica deixou de ser um tema estritamente acadêmico e começa a gerar aplicações reais em setores como logística, finanças, indústria e inteligência artificial. O SUPERA Parque tem o papel de antecipar tendências e fomentar que seus parceiros estejam na vanguarda tecnológica”, afirma.
Um dos pontos de destaque da atividade foi a interação com um computador quântico real, baseado em Ressonância Magnética Nuclear, de 2 qubits. A experiência foi conduzida pela Dobslit, empresa pioneira no Brasil em Tecnologias Quânticas de Segunda Geração e detentora do primeiro computador quântico educacional trazido ao país.
A atividade contou com a participação de Rogério Ruivo, cofundador e diretor de Tecnologias da Dobslit, e Filipe Chagas, engenheiro de Computação, que conduziram a demonstração e apresentaram caminhos para a aplicação da tecnologia em diferentes setores.
O contato com o hardware permitiu que empresas e startups visualizassem a computação quântica de forma concreta. Ao longo do encontro, as discussões também favoreceram a identificação de possíveis casos de uso e a formação de conexões entre startups, empresas e parceiros do ecossistema de inovação.
“O grande diferencial da iniciativa foi justamente a possibilidade de contato prático com a tecnologia. Essa experiência torna a computação quântica tangível, acelera a compreensão do seu potencial e abre caminho para que empresas comecem a imaginar soluções proprietárias com base quântica”, destaca Maria Angélica Luqueze.
Na avaliação do SUPERA Parque, o workshop cumpriu o objetivo de ampliar a percepção dos participantes sobre a computação quântica. Frequentemente associada à ficção científica ou a um futuro distante, a tecnologia foi apresentada como uma oportunidade real para organizações interessadas em inovação, competitividade e solução de problemas complexos.
Com a realização da atividade, o SUPERA reforça sua atuação como ambiente de conexão entre conhecimento científico, empreendedorismo tecnológico e demandas reais de mercado.
Sobre o SUPERA Parque
O SUPERA Parque, fruto de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e a Universidade de São Paulo, possui ao todo 94 empresas instaladas, sendo 59 delas na SUPERA Incubadora de Empresas de Base Tecnológica e 35 empreendimentos distribuídos entre centros empresariais e loteamento. O Parque Tecnológico está em expansão com a urbanização de novos lotes para instalação de empresas e a construção do Health to Business Center, prédio fruto de parceria com a FINEP e que contará com laboratórios compartilhados, espaços corporativos e auditório. Outras informações sobre o Parque Tecnológico estão disponíveis no site: http://superaparque.com.br/.
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