Mês do Idoso: vacinação é aliada essencial para envelhecer com saúde e qualidade de vida
Doenças como gripe, COVID-19, VSR e herpes zoster podem representar riscos elevados para os idosos, como hospitalizações, sequelas e até óbito. Diversas vacinas estão disponíveis para a imunização dessa faixa etária nas redes pública e privada (1,3,4)
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Envelhecer com saúde. É isso que todo mundo busca. Mas muitos não sabem que a vacinação desempenha um papel fundamental na proteção dos idosos contra doenças que podem comprometer seriamente sua qualidade de vida.1-3 Além das já conhecidas gripe e COVID-19, infecções como o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e o herpes zoster também representam riscos importantes nessa fase da vida.1,3,6,7 Neste mês em que se celebra o Dia Internacional do Idoso (1º de outubro),5 especialistas reforçam a importância de atualizar o calendário vacinal nessa faixa etária.
“Ao longo do envelhecimento, nosso sistema imunológico passa por um processo chamado imunossenescência, ou seja, perde gradualmente a sua capacidade de se defender de agentes infecciosos. Isso aumenta o risco de infecções e hospitalizações mesmo em doenças comuns, como um resfriado ou uma gripe. A vacinação ajuda o organismo a se defender melhor ao fazer anticorpos específicos, evitando quadros graves ou complicações”1, explica a infectologista Lessandra Michelin (CRM 23494-RS), gerente médica da GSK.
Calendário público e privado
No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) disponibiliza, pelo SUS, vacinas importantes para pessoas com 60 anos ou mais, como influenza (gripe), difteria e tétano (dT), hepatite B, vacina pneumocócica 23-valente e COVID-19. Com a orientação de um profissional de saúde, se o indivíduo não foi vacinado previamente e dependendo do risco de exposição e das condições de saúde, vacinas contra febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola e até varicela podem ser prescritas.3,4
Na rede privada, há ainda vacinas complementares indicadas para idosos, como contra pneumonia (VPC13, VPC15 e VPC20), herpes zoster, tríplice bacteriana que contém proteção para tétano, difteria e coqueluche (dTpa), vírus sincicial respiratório (VSR) e outras voltadas para situações especiais, como hepatite A e meningite.1,3
“É indispensável conversar com um médico para definir as vacinas adequadas. Muitas já fazem parte da rotina, como as contra gripe e COVID-19. Mas, mesmo assim, estamos acompanhando as baixas coberturas vacinais e o aumento de casos e óbitos por doenças imunopreveníveis, principalmente nessa faixa etária. Mas outras doenças, como o VSR e o herpes zoster, também merecem atenção especial nessa fase da vida”, orienta a Dra. Lessandra. Atenção redobrada para VSR e herpes zoster Embora mais conhecido por causar bronquiolite em bebês, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) também pode trazer riscos significativos aos idosos e adultos acima dos 50 anos com comorbidades associadas.6,7 Segundo Isabella Ballalai (CRM/RJ 52.48039-5), diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), as complicações podem ser maiores em pacientes com doenças crônicas pulmonares, cardiovasculares e diabetes.6,7
“O VSR pode ser especialmente perigoso para adultos com 50 anos ou mais, sobretudo aqueles com doenças crônicas, como diabetes, asma, DPOC ou insuficiência cardíaca. Nesses casos, a evolução costuma ser mais difícil, com risco aumentado de complicações, internações prolongadas e até óbito. É uma infecção comum, de rápida transmissão, e muitas vezes as próprias crianças, que entram em contato com o vírus em escolas e creches, acabam levando-o para casa e expondo familiares, como os avós”, reforça Ballalai.
Outro alerta é o herpes zoster, que pode se manifestar de forma imprevisível em adultos acima de 50 anos, causando erupções na pele e dor intensa.8,9 “Estima-se que cerca de 90% da população carrega o vírus que causa o herpes zoster, que é o mesmo da catapora na infância. Esse vírus permanece adormecido no organismo e, quando reativado, seja pela idade avançada ou por algum imunocomprometimento, pode provocar dores intensas e debilitantes, e complicações persistentes, como a neuralgia pós-herpética, que pode durar meses ou até anos, parando com a rotina do paciente e a afetando a sua qualidade de vida.9,10 Por isso, é fundamental que os adultos, principalmente após os 50 anos, estejam atentos aos riscos dessas doenças e busquem orientação médica sobre formas de prevenção”, finaliza a diretora da SBIm.
Material dirigido ao público geral. Por favor, consulte o seu médico.
Sobre a GSK
A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Imunologia/Respiratória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite GSK.
Referências:
NP-BR-AVU-PRSR-250002 – Outubro/2025
“Ao longo do envelhecimento, nosso sistema imunológico passa por um processo chamado imunossenescência, ou seja, perde gradualmente a sua capacidade de se defender de agentes infecciosos. Isso aumenta o risco de infecções e hospitalizações mesmo em doenças comuns, como um resfriado ou uma gripe. A vacinação ajuda o organismo a se defender melhor ao fazer anticorpos específicos, evitando quadros graves ou complicações”1, explica a infectologista Lessandra Michelin (CRM 23494-RS), gerente médica da GSK.
Calendário público e privado
No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) disponibiliza, pelo SUS, vacinas importantes para pessoas com 60 anos ou mais, como influenza (gripe), difteria e tétano (dT), hepatite B, vacina pneumocócica 23-valente e COVID-19. Com a orientação de um profissional de saúde, se o indivíduo não foi vacinado previamente e dependendo do risco de exposição e das condições de saúde, vacinas contra febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola e até varicela podem ser prescritas.3,4
Na rede privada, há ainda vacinas complementares indicadas para idosos, como contra pneumonia (VPC13, VPC15 e VPC20), herpes zoster, tríplice bacteriana que contém proteção para tétano, difteria e coqueluche (dTpa), vírus sincicial respiratório (VSR) e outras voltadas para situações especiais, como hepatite A e meningite.1,3
“É indispensável conversar com um médico para definir as vacinas adequadas. Muitas já fazem parte da rotina, como as contra gripe e COVID-19. Mas, mesmo assim, estamos acompanhando as baixas coberturas vacinais e o aumento de casos e óbitos por doenças imunopreveníveis, principalmente nessa faixa etária. Mas outras doenças, como o VSR e o herpes zoster, também merecem atenção especial nessa fase da vida”, orienta a Dra. Lessandra. Atenção redobrada para VSR e herpes zoster Embora mais conhecido por causar bronquiolite em bebês, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) também pode trazer riscos significativos aos idosos e adultos acima dos 50 anos com comorbidades associadas.6,7 Segundo Isabella Ballalai (CRM/RJ 52.48039-5), diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), as complicações podem ser maiores em pacientes com doenças crônicas pulmonares, cardiovasculares e diabetes.6,7
“O VSR pode ser especialmente perigoso para adultos com 50 anos ou mais, sobretudo aqueles com doenças crônicas, como diabetes, asma, DPOC ou insuficiência cardíaca. Nesses casos, a evolução costuma ser mais difícil, com risco aumentado de complicações, internações prolongadas e até óbito. É uma infecção comum, de rápida transmissão, e muitas vezes as próprias crianças, que entram em contato com o vírus em escolas e creches, acabam levando-o para casa e expondo familiares, como os avós”, reforça Ballalai.
Outro alerta é o herpes zoster, que pode se manifestar de forma imprevisível em adultos acima de 50 anos, causando erupções na pele e dor intensa.8,9 “Estima-se que cerca de 90% da população carrega o vírus que causa o herpes zoster, que é o mesmo da catapora na infância. Esse vírus permanece adormecido no organismo e, quando reativado, seja pela idade avançada ou por algum imunocomprometimento, pode provocar dores intensas e debilitantes, e complicações persistentes, como a neuralgia pós-herpética, que pode durar meses ou até anos, parando com a rotina do paciente e a afetando a sua qualidade de vida.9,10 Por isso, é fundamental que os adultos, principalmente após os 50 anos, estejam atentos aos riscos dessas doenças e busquem orientação médica sobre formas de prevenção”, finaliza a diretora da SBIm.
Material dirigido ao público geral. Por favor, consulte o seu médico.
Sobre a GSK
A GSK é uma biofarmacêutica multinacional, presente em mais de 75 países, que tem como propósito unir ciência, tecnologia e talento para vencer as doenças e impactar a saúde global. A companhia pesquisa, desenvolve e fabrica vacinas e medicamentos especializados nas áreas de Doenças Infecciosas, HIV, Oncologia e Imunologia/Respiratória. No Brasil, a GSK é líder nas áreas de HIV e Respiratória e uma das empresas líderes em Vacinas. Para mais informações, visite GSK.
Referências:
- SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Geriatria: Guia de vacinação (2022/2023). Disponível em: <https://sbim.org.br/images/guias/guia-geriatria-sbim-sbgg-4a-ed-2022-2023-220828b-web.pdf>. Acesso em: setembro/2025;
- CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. 6 Tips for Healthy Aging. Disponível em: <https://www.yarmouth.ma.us/DocumentCenter/View/9423/June-2018-HealthyAging>. Acesso em: setembro/2025;
- SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação do nascimento à terceira idade 2025/2026. Disponível em: <https://sbim.org.br/calendario-de-vacinacao/calend%C3%A1rio-unico-do-nascimento-a-terceira-idade>. Acesso em: setembro/2025;
- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Calendário Nacional de Vacinação. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/calendario >. Acesso em: setembro/2025;
- BRASIL. Ministério da Saúde. 01/10 – Dia Internacional das Pessoas Idosas e Dia Nacional do Idoso. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/01-10-dia-internacional-das-pessoas-idosas-e-dia-nacional-do-idoso/>. Acesso em: setembro/2025;
- SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Vírus sincicial respiratório (VSR). Disponível em: <https://familia.sbim.org.br/doencas/virus-sincicial-respiratorio-vsr>. Acesso em: SETEMBRO/2025;
- CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Respiratory Syncytial Virus Infection (RSV). RSV in Adults. Disponível em: <https://www.cdc.gov/rsv/older-adults/?CDC_AAref_Val=https://www.cdc.gov/rsv/high-risk/older-adults.html>. Acesso em: SETEMBRO/2025;
- BRASIL. Ministério da Saúde. Herpes (Cobreiro). Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/herpes-cobreiro> Acesso em: SETEMBRO/2025;
- CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Prevention of herpes zoster: recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP). MMWR, v. 57, RR-5, p. 1-30, 2008.
- LUKAS, K. et al. The impact of herpes zoster and post-herpetic neuralgia onquality of life: patient-reported outcomes in six European countries. J Public Health, 20:441-451, 2012
NP-BR-AVU-PRSR-250002 – Outubro/2025
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): Camila dos Santos Curvelo
camila.curvelo@inpresspni.com.br
FONTE: https://paixaoporviver.com.br/virussincicial