Condor Linha Profissional transforma a limpeza hospitalar em eficiência e reduz até 90% dos custos de lavanderia, água e químicos

Substituição de balde e pano de algodão pelo sistema Mop Spray Safe Pro com microfibra baixou de R$ 2,04 para R$ 0,21, sem comprometer a higienização

Por PORTA VOZ
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Em um setor pressionado por margens apertadas, escassez de mão de obra e metas de sustentabilidade, a limpeza profissional deixou de ser custo de apoio para virar alavanca de eficiência operacional. Um case conduzido pela Condor Linha Profissional em um hospital de 240 leitos demonstra, com números abertos, o tamanho dessa oportunidade: ao trocar o modelo tradicional de balde e pano de algodão pelo sistema de microfibra com Mop Spray Safe Pro e rodo de silicone, a operação registrou cerca de 90% de economia em lavanderia, 37% de ganho de produtividade e até 92,5% de redução no consumo de água e produtos químicos. 

 

O ponto de partida era uma rotina de limpeza comum nos hospitais brasileiros: dois colaboradores por quarto, baldes de água, dosagem imprecisa de químicos e panos de algodão que voltavam para a lavanderia a cada uso. Cada quarto consumia cerca de 2 litros de solução. No modelo redesenhado pela Condor, um único colaborador, com microfibra e sistema de spray dosado no cabo, passou a usar 150 ml por quarto.

 

“Quando o gestor olha só para o preço do equipamento, ele perde a parte mais cara da conta, que é o custo recorrente da operação. O que esse caso real mostra é que a limpeza, bem desenhada, devolve dinheiro todo mês: menos lavanderia, menos químico, menos retrabalho. A limpeza vira uma linha de eficiência dentro da gestão hospitalar, não uma linha de despesa”, afirma Gizele Rojas, Gerente Geral da Condor Linha Profissional.

 

O maior impacto financeiro veio da lavanderia. Com a microfibra substituindo o pano de algodão, o custo mensal de processamento têxtil caiu de R$14.688 para R$1.512 — uma redução de cerca de R$13.176 por mês, ou aproximadamente 90%. O ganho de produtividade de 37% reduziu a carga total de trabalho de 360 para 228 horas mensais, o que permitiu reorganizar a equipe e direcionar pessoas para atividades de maior valor, em um contexto de dificuldade crônica de contratação no setor. 

 

Água e químicos: a sustentabilidade que sai do relatório e entra na operação

Se o corte de custo abre a conversa com a área financeira, a redução de recursos a conecta diretamente à agenda ESG, cada vez mais cobrada por desfecho mensurável e não por discurso. Neste caso envolvendo um hospital, o consumo de água e produtos químicos por quarto caiu de 2 litros para 150 ml — uma queda de até 92,5%. Em uma operação de 240 leitos, com múltiplas higienizações diárias, o efeito acumulado sobre o consumo hídrico e o descarte de químicos é expressivo.

 

“Hospital gasta muita água em limpeza, e boa parte é desperdício de método, não de necessidade. Quando você troca o balde pela dosagem certa e a microfibra, reduz consumo, reduz químico no ambiente e ainda padroniza o processo. É sustentabilidade que aparece na operação e no indicador, com o mesmo movimento que melhora o custo”, completa Gizele.

 

Para a Condor, o case reforça o posicionamento da marca no mercado B2B após a transição da Perfect Pro para Condor Linha Profissional: tratar a limpeza institucional como processo técnico, padronizável e mensurável. A proposta não é vender apenas equipamento, mas método, combinando ergonomia, padronização e redução do custo total da operação em ambientes complexos como hospitais, redes de facilities, hotelaria e indústria.

 

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