Balanço da Copa 2026: Nomad divulga dados inéditos de comportamento e revela como o brasileiro viveu o torneio no exterior
Enquanto o varejo nacional movimenta R$ 4,3 bilhões, levantamento da conta global mostra a rotina, o consumo e as cidades favoritas de quem viajou para acompanhar os jogos
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São Paulo, 23 de julho de 2026 - A Copa do Mundo da FIFA 26™ chegou ao fim no último domingo consolidando um impacto bilionário na economia. No Brasil, estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projetavam que o evento movimentaria R$ 4,32 bilhões no varejo com um crescimento de 6,5% em relação à edição anterior.
Enquanto o consumo doméstico se concentrou nas reuniões em casa, pedidos de delivery e investimentos em telas e streaming, a Nomad, fintech pioneira em soluções financeiras globais, apresenta o outro lado dessa moeda: um raio-x comportamental de como os brasileiros que viajaram para a América do Norte viveram e consumiram durante o torneio entre 11 de junho e 19 de julho.
As capitais da torcida: Nova York e Miami no topo
No cenário internacional, a distribuição geográfica dos torcedores brasileiros acompanhou os principais hubs de conexão e a reta final da competição. Nova York (que sediou a grande final no MetLife Stadium, em Nova Jersey) consolidou-se como o destino número um em concentração de clientes da fintech durante o período.
Miami garantiu a segunda posição do ranking, provando a força da Flórida como ponto de encontro dos brasileiros. Na Costa Oeste dos EUA, São Francisco e Los Angeles lideraram a movimentação. Já no Canadá, Toronto superou Vancouver na preferência dos viajantes, enquanto a Cidade do México foi o principal reduto em solo mexicano.
Alimentação, delivery e tailgating
Ao cruzar esses hábitos com os dados transacionais da Nomad nas cidades-sede, nota-se uma clara mimetização do estilo de vida local pelos brasileiros no exterior:
- Miami: a febre das fan fests e dos supermercados
O clima festivo dominou a Flórida. O Hard Rock Cafe foi o campeão absoluto de visitas e volume de gastos na cidade, seguido de perto pelas transações na FIFA Fan Fest oficial. Assim como no Brasil o churrasco e a pizza lideraram a preferência, em Miami os brasileiros adotaram a tradição do tailgating (festas nos estacionamentos dos estádios): grandes redes de supermercados como Publix e Walmart registraram expressivos volumes de compras para abastecer celebrações privadas.
- São Francisco: o boom do delivery internacional
Alinhado à forte tendência de pedidos por aplicativo vista no mercado brasileiro, São Francisco registrou uma preferência avassaladora pelo delivery para acompanhar as partidas na comodidade das hospedagens. O aplicativo Uber Eats liderou o volume financeiro de gastos na região, acompanhado do DoorDash.
- Nova York: praticidade grab & go
Em Manhattan, onde o tempo e a mobilidade urbana ditam o ritmo, os torcedores apostaram na conveniência de redes globais de refeição rápida. Starbucks, Shake Shack e McDonald's lideraram a frequência de transações entre um ponto turístico e a transmissão dos jogos.
- Filadélfia: a experiência na arquibancada
Já nas sedes de partidas decisivas, o gasto direto nas concessões oficiais de alimentação dos estádios (AMK LFF Concessions) figurou no topo das transações, mostrando que o brasileiro não economizou no consumo de comidas e bebidas dentro das arenas.
Digitalização e pagamentos globais
Se no Brasil 80% dos consumidores apontaram a segurança e as carteiras digitais como fatores essenciais para suas compras durante a Copa, no exterior essa exigência por pagamentos digitais em tempo real foi ainda mais frequente. A conta global da Nomad funcionou como o hub financeiro desses viajantes, eliminando o uso de papel-moeda e facilitando a divisão de despesas e o controle do orçamento em dólar comercial.
"Os dados do mercado nacional mostram que o brasileiro transformou a Copa do Mundo em um grande evento voltado também para a gastronomia, conveniência e celebração. Nosso balanço prova que o torcedor que viajou para os Estados Unidos, México e Canadá manteve exatamente essa essência, mas adaptou o consumo ao estilo de cada cidade", analisa Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.
Sobre a Nomad
Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros. Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior. O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs).
Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção. Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment Services DTVM Ltda.
Agência Lema
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