Quando a arte encontra a arquitetura
foto Lio Simas
No ambiente L(ar), assinado pelos arquitetos Maicom Jacobus e Maicon Buzzi, a arte não surge como complemento. Ela faz parte da narrativa. Alinhado ao tema da CASACOR SC 2026, "Mente e Coração", o espaço propõe uma reflexão sobre aquilo que existe entre o pensar e o sentir, transformando arquitetura e arte em uma experiência única de pertencimento, memória e emoção.
Para dar vida a esse conceito, a dupla reuniu obras de artistas que transitam por diferentes linguagens e gerações, entre eles Caterina Renaux Hering, Iolanda Mazzotti, Rodrigo Zampol, Rodrigo Bivar e Luiz Henrique Schwanke. Cada obra foi escolhida para contribuir com a atmosfera sensorial do ambiente, ampliando a conexão entre os visitantes e os espaços.
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Entre os destaques está a obra Sal (Violeta), do artista Rodrigo Bivar, pintor brasileiro com trabalhos presentes em importantes coleções nacionais, como o Museu de Arte do Rio, o Museu de Arte Contemporânea da USP e o Centro Cultural São Paulo. Sua produção convida o observador a uma experiência mais intuitiva e contemplativa, em sintonia com a proposta do ambiente.
Outro nome de peso presente em L(ar) é Luiz Henrique Schwanke, considerado um dos artistas mais importantes da história das artes visuais catarinenses. Com obras presentes em coleções públicas e privadas por todo o país, Schwanke construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela força expressiva e pela capacidade de provocar reflexões sobre a arte e o mundo contemporâneo.
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Para os arquitetos, a presença da arte reforça a essência do projeto. Se o tema da mostra fala sobre o encontro entre mente e coração, L(ar) materializa essa proposta ao criar um ambiente onde arquitetura, memória, emoção e expressão artística coexistem de forma natural.
Mais do que decorar, as obras ajudam a contar a história do espaço. Uma história que fala sobre aquilo que não se vê de imediato, mas que permanece. Afinal, existem ambientes que impressionam os olhos. E existem aqueles que tocam a alma.
Fotos Lio Simas
Para dar vida a esse conceito, a dupla reuniu obras de artistas que transitam por diferentes linguagens e gerações, entre eles Caterina Renaux Hering, Iolanda Mazzotti, Rodrigo Zampol, Rodrigo Bivar e Luiz Henrique Schwanke. Cada obra foi escolhida para contribuir com a atmosfera sensorial do ambiente, ampliando a conexão entre os visitantes e os espaços.
Entre os destaques está a obra Sal (Violeta), do artista Rodrigo Bivar, pintor brasileiro com trabalhos presentes em importantes coleções nacionais, como o Museu de Arte do Rio, o Museu de Arte Contemporânea da USP e o Centro Cultural São Paulo. Sua produção convida o observador a uma experiência mais intuitiva e contemplativa, em sintonia com a proposta do ambiente.
Outro nome de peso presente em L(ar) é Luiz Henrique Schwanke, considerado um dos artistas mais importantes da história das artes visuais catarinenses. Com obras presentes em coleções públicas e privadas por todo o país, Schwanke construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pela força expressiva e pela capacidade de provocar reflexões sobre a arte e o mundo contemporâneo.
Para os arquitetos, a presença da arte reforça a essência do projeto. Se o tema da mostra fala sobre o encontro entre mente e coração, L(ar) materializa essa proposta ao criar um ambiente onde arquitetura, memória, emoção e expressão artística coexistem de forma natural.
Mais do que decorar, as obras ajudam a contar a história do espaço. Uma história que fala sobre aquilo que não se vê de imediato, mas que permanece. Afinal, existem ambientes que impressionam os olhos. E existem aqueles que tocam a alma.
Fotos Lio Simas
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): PAULA VIEIRA COELHO DA COSTA
paulacosta@75comunica.com.br