Fazenda Churrascada investe em arquitetura afetiva e transforma ida ao restaurante em experiência
Conceito da marca une fogo, arquitetura e hospitalidade em ambientes que valorizam conforto e experiência
Divulgação
São Paulo, julho de 2026 - Muito antes de se tornar restaurante, a Churrascada já era uma experiência. O festival, conhecido por reunir gastronomia, fogo de chão e música ao ar livre, serviu de ponto de partida para o surgimento da Fazenda Churrascada, marca da holding Heat Group que transformou aquela atmosfera efêmera em espaços permanentes.
O principal desafio era traduzir para um ambiente fixo a sensação de descoberta e conexão vivida durante os eventos. Foi dessa proposta que nasceu a identidade da Fazenda Churrascada: ambientes pensados para estimular permanência, encontros e experiências sensoriais.
“Quando criamos o conceito de um restaurante fixo para algo que era originalmente um evento, o desafio foi fazer com que o cliente continuasse vivendo uma experiência semelhante à do festival”, explica Veridiana Tamburus, arquiteta e sócia-fundadora do escritório Storrer Tamburus, responsável pelo conceito arquitetônico da marca.
Em vez de grandes salões lineares e homogêneos, as unidades trabalham com múltiplos pontos de atenção. A disposição entre parrilla, palco e bar é desenhada estrategicamente para criar diferentes conexões visuais e estimular a interação entre os ambientes.
A primeira unidade, no Morumbi, consolidou esse conceito ao ocupar uma casa histórica tombada. Desde então, cada nova operação passou a adaptar a identidade da marca às características do espaço em que está inserida.
No Parque da Água Branca, por exemplo, a Fazenda Churrascada foi instalada em um antigo picadeiro com baias preservadas. Já no Parque Ibirapuera surgiu o Jardim Churrascada, formato criado para um espaço menor, contemporâneo e integrado à vegetação do parque.
O mesmo aconteceu no Armazém Churrascada, no Shopping Cidade Jardim. Diferente das grandes unidades da marca, o espaço foi pensado para uma experiência mais intimista e sofisticada, sem perder os elementos ligados às origens do conceito.
A identidade visual e sensorial é construída a partir de elementos recorrentes em todas as operações: madeira natural, iluminação quente, tons terrosos, objetos garimpados e mobiliário exclusivo. Parte importante dessa atmosfera vem do trabalho de curadoria realizado pelo escritório, que busca peças históricas em fazendas desativadas, antiquários e galpões do interior do país.
Outro elemento presente nas unidades é a capela com Nossa Senhora Aparecida, referência inspirada nas tradicionais fazendas brasileiras. Quando não é possível ter uma capela física, como nos shoppings, a marca adapta o conceito para um oratório, mantendo o espaço simbólico de acolhimento e tradição.
Além da estética, o projeto também prioriza conforto e funcionalidade. Questões técnicas como acústica, exaustão e ergonomia recebem atenção especial para garantir bem-estar durante toda a experiência.
“Sempre trazemos materiais e objetos verdadeiros para dentro dos restaurantes. Tudo é pensado nos mínimos detalhes, da acústica ao conforto visual, para que as pessoas tenham uma experiência acolhedora e permaneçam no espaço por longos períodos”, afirma Zenaide Garcia, arquiteta e Head de Implantação e Expansão do Heat Group.
As carnes servidas em chapas aquecidas sobre tábuas de madeira, os talheres com cabo de madeira, os pratos de ágata e o tamanho das mesas foram planejados para conservar o melhor dos alimentos e estimular compartilhamento e permanência. A proposta aparece também nas áreas kids, criadas para que famílias possam passar horas no restaurante com conforto para adultos e crianças.
Mais do que reproduzir uma estética rural, a Fazenda Churrascada aposta em uma experiência baseada em memória afetiva, hospitalidade e convivência, conceito que nasceu em um festival itinerante e ganhou forma por meio da arquitetura.
O principal desafio era traduzir para um ambiente fixo a sensação de descoberta e conexão vivida durante os eventos. Foi dessa proposta que nasceu a identidade da Fazenda Churrascada: ambientes pensados para estimular permanência, encontros e experiências sensoriais.
“Quando criamos o conceito de um restaurante fixo para algo que era originalmente um evento, o desafio foi fazer com que o cliente continuasse vivendo uma experiência semelhante à do festival”, explica Veridiana Tamburus, arquiteta e sócia-fundadora do escritório Storrer Tamburus, responsável pelo conceito arquitetônico da marca.
Em vez de grandes salões lineares e homogêneos, as unidades trabalham com múltiplos pontos de atenção. A disposição entre parrilla, palco e bar é desenhada estrategicamente para criar diferentes conexões visuais e estimular a interação entre os ambientes.
A primeira unidade, no Morumbi, consolidou esse conceito ao ocupar uma casa histórica tombada. Desde então, cada nova operação passou a adaptar a identidade da marca às características do espaço em que está inserida.
No Parque da Água Branca, por exemplo, a Fazenda Churrascada foi instalada em um antigo picadeiro com baias preservadas. Já no Parque Ibirapuera surgiu o Jardim Churrascada, formato criado para um espaço menor, contemporâneo e integrado à vegetação do parque.
O mesmo aconteceu no Armazém Churrascada, no Shopping Cidade Jardim. Diferente das grandes unidades da marca, o espaço foi pensado para uma experiência mais intimista e sofisticada, sem perder os elementos ligados às origens do conceito.
A identidade visual e sensorial é construída a partir de elementos recorrentes em todas as operações: madeira natural, iluminação quente, tons terrosos, objetos garimpados e mobiliário exclusivo. Parte importante dessa atmosfera vem do trabalho de curadoria realizado pelo escritório, que busca peças históricas em fazendas desativadas, antiquários e galpões do interior do país.
Outro elemento presente nas unidades é a capela com Nossa Senhora Aparecida, referência inspirada nas tradicionais fazendas brasileiras. Quando não é possível ter uma capela física, como nos shoppings, a marca adapta o conceito para um oratório, mantendo o espaço simbólico de acolhimento e tradição.
Além da estética, o projeto também prioriza conforto e funcionalidade. Questões técnicas como acústica, exaustão e ergonomia recebem atenção especial para garantir bem-estar durante toda a experiência.
“Sempre trazemos materiais e objetos verdadeiros para dentro dos restaurantes. Tudo é pensado nos mínimos detalhes, da acústica ao conforto visual, para que as pessoas tenham uma experiência acolhedora e permaneçam no espaço por longos períodos”, afirma Zenaide Garcia, arquiteta e Head de Implantação e Expansão do Heat Group.
As carnes servidas em chapas aquecidas sobre tábuas de madeira, os talheres com cabo de madeira, os pratos de ágata e o tamanho das mesas foram planejados para conservar o melhor dos alimentos e estimular compartilhamento e permanência. A proposta aparece também nas áreas kids, criadas para que famílias possam passar horas no restaurante com conforto para adultos e crianças.
Mais do que reproduzir uma estética rural, a Fazenda Churrascada aposta em uma experiência baseada em memória afetiva, hospitalidade e convivência, conceito que nasceu em um festival itinerante e ganhou forma por meio da arquitetura.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): TABATA NASSAR VIAPIANA
tabata.viapiana@gbr.com.br
FONTE: Imprensa Churrascada