UTOPIA CUIR: Derivas Depois do Agora
Mostra multidisciplinar ocupa o centro de São Paulo com obras que tensionam desejo, memória e resistência: da pintura à arte têxtil, da fotografia à ação cênica
Divulgação
Com abertura na semana da Parada do Orgulho LGBTQIAPN+, UTOPIA CUIR: derivas depois do agora ocupa o Espaço UM55, no centro de São Paulo, com trabalhos que atravessam pintura, desenho, audiovisual, performance, arte têxtil, assemblage, gravura, publicações, leitura dramática e ações cênicas.
Mais do que uma exposição sobre diversidade, UTOPIA CUIR propõe uma experiência coletiva que transforma o espaço expositivo em território de escuta, fricção e imaginação política. As obras transitam entre vulnerabilidade, clandestinidade, fabulação e resistência, criando paisagens afetivas que desafiam as normas historicamente impostas aos corpos dissidentes.
O projeto parte das reflexões do teórico José Esteban Muñoz, para quem a utopia não é destino, mas horizonte: algo que ainda não existe plenamente, mas que já se manifesta em gestos, encontros e experiências estéticas que antecipam outras formas de vida. Ao adotar o termo "cuir" em lugar de "queer", a exposição desloca essa reflexão do campo teórico anglo saxão para um território latino-americano atravessado por experiências mais concretas de precariedade, invenção e sobrevivência.
"A utopia cuir não é uma promessa distante. Ela já acontece no gesto, no encontro, na obra que escapa à norma e propõe outro jeito de existir.", afirma o curador fred oliver.
A programação inclui performances, leituras dramáticas, oficinas e ativações ao longo do período expositivo. Entre os destaques, uma oficina de leitura dramática construída a partir do livro de contos "O anonimato dos afetos escondidos", do jornalista, escritor e artista Jean Wyllys; também participante da exposição. A ação é uma homenagem à sua trajetória e à sua contribuição histórica para os direitos da população LGBTQIAPN+ no Brasil: o reconhecimento do casamento igualitário e outros avanços que ampliaram as possibilidades de existência dessa comunidade.
Localizado na região da República, próximo ao Largo do Arouche, um dos principais polos de sociabilidade LGBTQIAPN+ da cidade, o Espaço UM55 não é apenas a sede da mostra: é parte ativa de seu conceito. A exposição se articula com o território, entendendo a cidade como extensão do gesto curatorial.
SERVIÇO UTOPIA CUIR: derivas depois do agora
Abertura: 4 de junho de 2026 (quinta-feira), das 18h às 23h.
Visitação: 5 de junho a 4 de julho de 2026 (Quartas a sábados, das 15h às 21h)
Espaço UM55 — Rua Epitácio Pessoa, 155 — República — São Paulo/SP (próximo ao Metrô República)
Curadoria: fred oliver
Mais do que uma exposição sobre diversidade, UTOPIA CUIR propõe uma experiência coletiva que transforma o espaço expositivo em território de escuta, fricção e imaginação política. As obras transitam entre vulnerabilidade, clandestinidade, fabulação e resistência, criando paisagens afetivas que desafiam as normas historicamente impostas aos corpos dissidentes.
O projeto parte das reflexões do teórico José Esteban Muñoz, para quem a utopia não é destino, mas horizonte: algo que ainda não existe plenamente, mas que já se manifesta em gestos, encontros e experiências estéticas que antecipam outras formas de vida. Ao adotar o termo "cuir" em lugar de "queer", a exposição desloca essa reflexão do campo teórico anglo saxão para um território latino-americano atravessado por experiências mais concretas de precariedade, invenção e sobrevivência.
"A utopia cuir não é uma promessa distante. Ela já acontece no gesto, no encontro, na obra que escapa à norma e propõe outro jeito de existir.", afirma o curador fred oliver.
A programação inclui performances, leituras dramáticas, oficinas e ativações ao longo do período expositivo. Entre os destaques, uma oficina de leitura dramática construída a partir do livro de contos "O anonimato dos afetos escondidos", do jornalista, escritor e artista Jean Wyllys; também participante da exposição. A ação é uma homenagem à sua trajetória e à sua contribuição histórica para os direitos da população LGBTQIAPN+ no Brasil: o reconhecimento do casamento igualitário e outros avanços que ampliaram as possibilidades de existência dessa comunidade.
Localizado na região da República, próximo ao Largo do Arouche, um dos principais polos de sociabilidade LGBTQIAPN+ da cidade, o Espaço UM55 não é apenas a sede da mostra: é parte ativa de seu conceito. A exposição se articula com o território, entendendo a cidade como extensão do gesto curatorial.
SERVIÇO UTOPIA CUIR: derivas depois do agora
Abertura: 4 de junho de 2026 (quinta-feira), das 18h às 23h.
Visitação: 5 de junho a 4 de julho de 2026 (Quartas a sábados, das 15h às 21h)
Espaço UM55 — Rua Epitácio Pessoa, 155 — República — São Paulo/SP (próximo ao Metrô República)
Curadoria: fred oliver
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): Fabricio González
fabricio.gonzalez@uol.com.br