O que muda quando uma história real é dita por outro corpo? Quando a memória permanece, mas a voz muda?

Nesta semana, Etiqueta do Luto – ninguém pergunta nada à mãe da menina morta - propõe um experimento cênico radical: em dois dias da temporada, o solo autobiográfico de Daniele Tavares será interpretado por outra atriz. As palavras são as mesmas. A dor é real. O corpo, não.

Por POMBO CORREIO ASSESSORIA DE COMUNICAçãO
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Divulgação

A atriz Verô Nobili , diretora de movimento do espetáculo, assume a cena e tensiona os limites entre autobiografia, representação e ficção. Não se trata de substituição, mas de deslocamento: um laboratório teatral onde a verdade não está garantida por quem viveu, e sim pela relação entre palavra, corpo e público.

 

Uma experiência sobre luto, memória, linguagem.

 

Anota aí!

 

Quando: 22 e 23 de janeiro, às 20h

Onde: Teatro Pequeno Ato (@pequenoato)

 

Bate-papo após as sessões:

 

• 22/01: Márcio Tito (@marciotitop)

• 23/01: Ferdinando Martins (@ferdinando.martins2)
 Sessão gratuita | Retirada de ingressos 1h antes no teatro


Esperamos vocês!


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