Últimos dias: exposição gratuita com obras de Vik Muniz e exibição de “Ilha das Flores” ocupa o Horto Florestal (SP)
Depois de passar por estados como Rondônia, Tocantins, Ceará e Rio de Janeiro, o Busão das Artes chega à reta final de sua temporada paulistana
Divulgação
Assinada por um dos principais nomes da curadoria brasileira, Marcello Dantas, e com obra de Vik Muniz, a exposição “Lixúria” entra em seus últimos dias de visitação no Parque Estadual Alberto Löfgren, o Horto Florestal, na zona norte de São Paulo. A experiência imersiva pode ser vista até 25 de janeiro, com entrada gratuita, das 10h às 17h, dentro do Busão das Artes, um museu itinerante que percorre o país levando arte, educação e reflexão ambiental.
Com 15 metros de comprimento, o caminhão-baú se transforma em um espaço expositivo surpreendente. Revestido por uma película espelhada que reflete o entorno e quase o faz desaparecer na paisagem, o Busão das Artes funciona como metáfora do próprio tema da mostra, trazendo o lixo como espelho da sociedade contemporânea e de seus hábitos de consumo.
O grande destaque da exposição é a presença da obra “Marat (Sebastião)”, da série Pictures of Garbage, de Vik Muniz, criada a partir do emblemático projeto do artista com catadores do antigo aterro de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. Dentro do caminhão, o público também assiste, em looping, ao clássico “Ilha das Flores” (1989), de Jorge Furtado, filme essencial do cinema brasileiro que segue atual ao escancarar as relações entre consumo, desigualdade e descarte.
A cenografia interna impressiona logo na entrada com paredes e teto cobertos por um patchwork de resíduos limpos com tampinhas, plásticos, embalagens e tetrapaks, transformados em ambiente sensorial. A experiência se completa com duas estações interativas, com uma balança que calcula a quantidade de lixo que cada pessoa produzirá ao longo da vida e um mapa digital que revela lixões, aterros sanitários e pontos de coleta nas cidades por onde o projeto passa.
Do lado de fora do caminhão, a exposição se espalha pelo parque. Latas de lixo galvanizado guardam obras-surpresa de artistas como Sueli Isaka, Guto Lacaz, Sandra Lapage, Pirilampos do Planeta, Tomazicabral, Jessica Mein, Karola Braga, Coopa Roca, Janaina Mello Landini e Adrianna Eu. Criadas a partir de resíduos, as peças ganham vida ao serem abertas pelo público, com efeitos sonoros, visuais e mecânicos, incluindo personagens simbólicos como o “Bicho de Lixo”.
Com patrocínio da Enel Brasil e da Sotreq, a mostra também aposta fortemente no viés educativo. As ações são coordenadas pela Percebe, consultoria especializada em educativos de museus, com visitas mediadas, oficinas e atividades voltadas a diferentes faixas etárias, especialmente crianças e adolescentes. Professores e estudantes ainda contam com materiais pedagógicos que prolongam a experiência para além da visita.
Com 15 metros de comprimento, o caminhão-baú se transforma em um espaço expositivo surpreendente. Revestido por uma película espelhada que reflete o entorno e quase o faz desaparecer na paisagem, o Busão das Artes funciona como metáfora do próprio tema da mostra, trazendo o lixo como espelho da sociedade contemporânea e de seus hábitos de consumo.
O grande destaque da exposição é a presença da obra “Marat (Sebastião)”, da série Pictures of Garbage, de Vik Muniz, criada a partir do emblemático projeto do artista com catadores do antigo aterro de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. Dentro do caminhão, o público também assiste, em looping, ao clássico “Ilha das Flores” (1989), de Jorge Furtado, filme essencial do cinema brasileiro que segue atual ao escancarar as relações entre consumo, desigualdade e descarte.
A cenografia interna impressiona logo na entrada com paredes e teto cobertos por um patchwork de resíduos limpos com tampinhas, plásticos, embalagens e tetrapaks, transformados em ambiente sensorial. A experiência se completa com duas estações interativas, com uma balança que calcula a quantidade de lixo que cada pessoa produzirá ao longo da vida e um mapa digital que revela lixões, aterros sanitários e pontos de coleta nas cidades por onde o projeto passa.
Do lado de fora do caminhão, a exposição se espalha pelo parque. Latas de lixo galvanizado guardam obras-surpresa de artistas como Sueli Isaka, Guto Lacaz, Sandra Lapage, Pirilampos do Planeta, Tomazicabral, Jessica Mein, Karola Braga, Coopa Roca, Janaina Mello Landini e Adrianna Eu. Criadas a partir de resíduos, as peças ganham vida ao serem abertas pelo público, com efeitos sonoros, visuais e mecânicos, incluindo personagens simbólicos como o “Bicho de Lixo”.
Com patrocínio da Enel Brasil e da Sotreq, a mostra também aposta fortemente no viés educativo. As ações são coordenadas pela Percebe, consultoria especializada em educativos de museus, com visitas mediadas, oficinas e atividades voltadas a diferentes faixas etárias, especialmente crianças e adolescentes. Professores e estudantes ainda contam com materiais pedagógicos que prolongam a experiência para além da visita.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): Bruna Ribeiro dos Santos
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