Do Lixo ao Luxo
Esquecida pelo homem, mas lembrada por Deus...
Rodrigo Castilho
RELEASE OFICIAL
Franciele Novaes Novo livro de Franciele Novaes revela jornada de superação, fé e reconstrução após a dor mais profunda A palestrante, psicanalista e empresária compartilha uma trajetória que saiu da invisibilidade para alcançar espaços internacionais ligados à ONU. A nova obra de Franciele Novaes nasce do ponto mais extremo da dor: o limite. Sem enxergar caminhos e tendo a fé como único alicerce possível, a autora descreve o momento em que precisou escolher entre permanecer onde estava ou se reconstruir. “Chegou um momento em que ou eu mudava, ou minha história terminava ali. Foi Deus quem me levantou quando eu já não enxergava saída”, afirma. Do que parecia ser o fim, nasce uma narrativa potente, que ilumina e inspira leitores que também enfrentam rupturas, perdas e a sensação de não pertencer a lugar algum. O perdão como chave para reencontrar a vida Um dos pilares da obra é o perdão não apenas o que liberta o outro, mas o que devolve a própria identidade. Franciele compartilha o momento em que percebeu que carregava pesos que já não pertenciam à sua história presente. “O perdão não apaga cicatrizes, mas devolve liberdade. É assim que a gente volta a existir por inteiro”, destaca. Ao longo do livro, o processo de cura emocional se transforma em um ponto de virada, capaz de reordenar significados, reescrever memórias e abrir espaço para a reconstrução. Da invisibilidade às novas oportunidades A obra apresenta ainda a transição da invisibilidade para o possível. A sensação de não pertencer, carregada por anos, dá lugar a novas oportunidades, conexões e estabilidade. “Quando Deus me arrancou da invisibilidade, eu finalmente entendi que havia um caminho para mim, mesmo quando o mundo dizia que não”, compartilha. Hoje, Franciele fala 4 (quatro) idiomas, é psicanalista, palestrante e empresária. Atua em projetos internacionais, presta serviços para embaixadores e apoia missões ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU). A distância entre o passado nas ruas e os ambientes internacionais onde decisões são tomadas representa mais que uma virada profissional: simboliza um chamado. Três verdades que sustentam a obra No centro do livro, Franciele apresenta três princípios que a guiaram ao longo do renascimento pessoal: o passado não define o futuro; a cura exige coragem para enfrentar a própria história; Deus sempre cria novos caminhos para quem decide se levantar. A esses pilares soma-se sua missão: a gentileza. “Eu só cheguei até aqui porque alguém foi gentil comigo quando eu não tinha nada. Servir transforma. Gentileza cura e muda histórias”, afirma. Um chamado à esperança O livro chega ao público como um lembrete de que, mesmo nos cenários mais escuros, existe uma saída — e, muitas vezes, ela nasce exatamente no ponto em que tudo parece ter terminado. O lançamento reforça a potência de uma história marcada por fé, superação e propósito. Assessoria de imprensa : Rodrigo Castilho @eurodyh Contato: (11)91108-6049
Franciele Novaes Novo livro de Franciele Novaes revela jornada de superação, fé e reconstrução após a dor mais profunda A palestrante, psicanalista e empresária compartilha uma trajetória que saiu da invisibilidade para alcançar espaços internacionais ligados à ONU. A nova obra de Franciele Novaes nasce do ponto mais extremo da dor: o limite. Sem enxergar caminhos e tendo a fé como único alicerce possível, a autora descreve o momento em que precisou escolher entre permanecer onde estava ou se reconstruir. “Chegou um momento em que ou eu mudava, ou minha história terminava ali. Foi Deus quem me levantou quando eu já não enxergava saída”, afirma. Do que parecia ser o fim, nasce uma narrativa potente, que ilumina e inspira leitores que também enfrentam rupturas, perdas e a sensação de não pertencer a lugar algum. O perdão como chave para reencontrar a vida Um dos pilares da obra é o perdão não apenas o que liberta o outro, mas o que devolve a própria identidade. Franciele compartilha o momento em que percebeu que carregava pesos que já não pertenciam à sua história presente. “O perdão não apaga cicatrizes, mas devolve liberdade. É assim que a gente volta a existir por inteiro”, destaca. Ao longo do livro, o processo de cura emocional se transforma em um ponto de virada, capaz de reordenar significados, reescrever memórias e abrir espaço para a reconstrução. Da invisibilidade às novas oportunidades A obra apresenta ainda a transição da invisibilidade para o possível. A sensação de não pertencer, carregada por anos, dá lugar a novas oportunidades, conexões e estabilidade. “Quando Deus me arrancou da invisibilidade, eu finalmente entendi que havia um caminho para mim, mesmo quando o mundo dizia que não”, compartilha. Hoje, Franciele fala 4 (quatro) idiomas, é psicanalista, palestrante e empresária. Atua em projetos internacionais, presta serviços para embaixadores e apoia missões ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU). A distância entre o passado nas ruas e os ambientes internacionais onde decisões são tomadas representa mais que uma virada profissional: simboliza um chamado. Três verdades que sustentam a obra No centro do livro, Franciele apresenta três princípios que a guiaram ao longo do renascimento pessoal: o passado não define o futuro; a cura exige coragem para enfrentar a própria história; Deus sempre cria novos caminhos para quem decide se levantar. A esses pilares soma-se sua missão: a gentileza. “Eu só cheguei até aqui porque alguém foi gentil comigo quando eu não tinha nada. Servir transforma. Gentileza cura e muda histórias”, afirma. Um chamado à esperança O livro chega ao público como um lembrete de que, mesmo nos cenários mais escuros, existe uma saída — e, muitas vezes, ela nasce exatamente no ponto em que tudo parece ter terminado. O lançamento reforça a potência de uma história marcada por fé, superação e propósito. Assessoria de imprensa : Rodrigo Castilho @eurodyh Contato: (11)91108-6049
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): RODRIGO EDUARDO BORGES FONSECA
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