Empresas têm oportunidades de promoção e carreira na liderança para pessoas LGBTQIA+, apontam 57% dos trabalhadores em pesquisa
Dados foram obtidos pela Caju em parceria com Opinion Box em pesquisa com mais de 1.000 brasileiros; para 63% dos respondentes, a existência de vagas afirmativas é positiva
Ivan Samkov/Pexels
O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ reacende a atenção para a diversidade nas organizações brasileiras. E o cenário é repleto de desafios. Em 2023, uma pesquisa da Deloitte já indicava que menos da metade dos profissionais LGBTQIA+ se sentem confortáveis em assumir a sua orientação sexual no trabalho.
Em junho de 2024, a InfoJobs também apresentou números que corroboram a preocupação das pessoas LGBTQIA+ no ambiente corporativo. Dentre os entrevistados autodeclarados como não heterossexuais, 87% acreditam que preconceitos velados são barreiras para seus crescimentos profissionais. Mas, em contrapartida, uma pesquisa da Caju, empresa de tecnologia especializada em multissoluções para a gestão de RHs, aponta que existe um olhar das companhias para a diversidade. Para 57% dos entrevistados, as empresas em que trabalham possuem oportunidades de promoção e carreira na liderança para pessoas LGBTQIA+.
A pesquisa foi conduzida em parceria com a Opinion Box com mais de 1 mil brasileiros entrevistados. São homens (48%) e mulheres (52%) com 18 anos ou mais pertencentes a todas as classes sociais e moradores de todo Brasil que trabalham atualmente em regime CLT. 60% deles têm entre 30 e 49 anos. Ainda em relação à percepção das oportunidades de crescimento frente à diversidade, eles entendem que existem oportunidades para mulheres (73%), pessoas pretas e pardas (66%), pessoas com mais de 50 anos (61%) e pessoas com deficiência (59%) nas companhias.
O relatório da Caju e Opinion Box ainda aponta que, embora para alguns grupos os resultados de concordância sejam bastante relevantes considerando o contexto social brasileiro, é importante se atentar ao número de pessoas que discordam que exista essas oportunidades e principalmente ao número de pessoas que não sabe dizer se de fato essas oportunidades existem. No caso de pessoas LGBTQIA+, 12% discordam que suas empresas ofereçam crescimento profissional para este grupo, e 31% se mantiveram neutros na resposta, indicando desconhecimento do assunto.
A pesquisa também levantou informações sobre a contratação de grupos minoritários. Segundo 37% dos entrevistados, suas empresas já contrataram por meio de vagas afirmativas, já 36% não souberam dizer se sim ou não. Para 63%, esse formato de contratação é positivo, e apenas 8% discordam.
Considerando a diversidade um aspecto amplo que inclui diferentes grupos minoritários, 59% dos entrevistados indicam que suas empresas possuem esforços em diversidade, contra 19% que afirmam não ter. Em 54% dos casos, a responsabilidade pela diversidade está na área de Recursos Humanos.
“Na Caju, diversidade é um pilar fundamental da nossa cultura. Reconhecemos que ainda há um longo caminho pela frente, mas hoje já contamos com um time diverso. Atualmente, 55% do nosso time é composto por mulheres, elas ocupam 56% das posições de liderança. Pessoas negras representam 38% da equipe, com 28% em cargos de liderança. Já pessoas LGBTQIAPN+ correspondem a 27% do time, e 19% da nossa liderança faz parte dessa comunidade. Além disso, 5% dos nossos colaboradores são pessoas com deficiência (PCDs)", afirma Dalal Ghosn, Head de Produtos e Estratégias de RH da Caju.
A empresa também investe em grupos de afinidade, programas de inclusão e ações concretas de equidade, como a licença-paternidade estendida.
Em junho de 2024, a InfoJobs também apresentou números que corroboram a preocupação das pessoas LGBTQIA+ no ambiente corporativo. Dentre os entrevistados autodeclarados como não heterossexuais, 87% acreditam que preconceitos velados são barreiras para seus crescimentos profissionais. Mas, em contrapartida, uma pesquisa da Caju, empresa de tecnologia especializada em multissoluções para a gestão de RHs, aponta que existe um olhar das companhias para a diversidade. Para 57% dos entrevistados, as empresas em que trabalham possuem oportunidades de promoção e carreira na liderança para pessoas LGBTQIA+.
A pesquisa foi conduzida em parceria com a Opinion Box com mais de 1 mil brasileiros entrevistados. São homens (48%) e mulheres (52%) com 18 anos ou mais pertencentes a todas as classes sociais e moradores de todo Brasil que trabalham atualmente em regime CLT. 60% deles têm entre 30 e 49 anos. Ainda em relação à percepção das oportunidades de crescimento frente à diversidade, eles entendem que existem oportunidades para mulheres (73%), pessoas pretas e pardas (66%), pessoas com mais de 50 anos (61%) e pessoas com deficiência (59%) nas companhias.
O relatório da Caju e Opinion Box ainda aponta que, embora para alguns grupos os resultados de concordância sejam bastante relevantes considerando o contexto social brasileiro, é importante se atentar ao número de pessoas que discordam que exista essas oportunidades e principalmente ao número de pessoas que não sabe dizer se de fato essas oportunidades existem. No caso de pessoas LGBTQIA+, 12% discordam que suas empresas ofereçam crescimento profissional para este grupo, e 31% se mantiveram neutros na resposta, indicando desconhecimento do assunto.
A pesquisa também levantou informações sobre a contratação de grupos minoritários. Segundo 37% dos entrevistados, suas empresas já contrataram por meio de vagas afirmativas, já 36% não souberam dizer se sim ou não. Para 63%, esse formato de contratação é positivo, e apenas 8% discordam.
Considerando a diversidade um aspecto amplo que inclui diferentes grupos minoritários, 59% dos entrevistados indicam que suas empresas possuem esforços em diversidade, contra 19% que afirmam não ter. Em 54% dos casos, a responsabilidade pela diversidade está na área de Recursos Humanos.
“Na Caju, diversidade é um pilar fundamental da nossa cultura. Reconhecemos que ainda há um longo caminho pela frente, mas hoje já contamos com um time diverso. Atualmente, 55% do nosso time é composto por mulheres, elas ocupam 56% das posições de liderança. Pessoas negras representam 38% da equipe, com 28% em cargos de liderança. Já pessoas LGBTQIAPN+ correspondem a 27% do time, e 19% da nossa liderança faz parte dessa comunidade. Além disso, 5% dos nossos colaboradores são pessoas com deficiência (PCDs)", afirma Dalal Ghosn, Head de Produtos e Estratégias de RH da Caju.
A empresa também investe em grupos de afinidade, programas de inclusão e ações concretas de equidade, como a licença-paternidade estendida.
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